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O VALOR DOS CURSOS IN COMPANY

Cursos possibilitam a aplicação direta do conteúdo apreendido no trabalho, contribuindo para o desenvolvimento da organização e das pessoas. Não por acaso, esta é a modalidade de estudo empresarial que mais cresce no País.

 

 

Há 30 anos, a Inter Partner Assistance, empresa que presta serviços de assis-tência 24 horas, adotou uma postura estratégica de investir no treinamento de seus colaboradores. Começou contratando profissionais especializados para coordenar a área de Treinamento & Desenvolvimento. Depois vieram os cursos in company.
A opção por esta modalidade de curso pela empresa se fundamentou em três princípios: menor investimento, adequação de datas e horários que sejam mais adequados à empresa e ao colaborador e, principalmente, pela adaptação do conteúdo dos cursos às necessidades da companhia. Segundo a analista de treinamento, desenvolvimento, recrutamento e seleção da empresa, Angélica Bellotto, a Inter Partner já realizou cursos comportamentais e técnicos in company, que foram de programas de desenvolvimento de líderes e gestão de projetos à utilização de ferramentas do Office.


A qualificação dos seus trabalhadores e o trânsito complicado das grandes cidades, que faz com que uma pessoa perca muito tempo de seu dia deslocando-se de um lugar para o outro, justificam o crescimento desta modalidade de curso – sucesso que tem sido acompanhado pelas faculdades de todo o País, a ponto de criarem áreas específicas para suprirem a demanda. Uma delas é a Fundação Dom Cabral (FDC) que oferece cursos in company desde a sua criação, em 1976. Essa modalidade é oferecida por duas áreas: o PAEX (Parceiros para a Excelência) e a área de programas customizados. “O PAEX oferece programas para médias empresas e entrega um processo contínuo, com um conjunto de metodologias com a premissa de cooperação, intercâmbio entre empresas, e de fazer e aprender com as corporações”, afirma o diretor de projetos customizados da FDC, Heitor Leopoldo Nogueira Coutinho.


Já a área de projetos customizados é voltada para empresas de médio e grande porte, nos quais participam mais de 17 mil executivos por ano. “Como nessa modalidade, as soluções oferecidas são customizadas. Assim, é possível oferecer todo o leque de conhecimento em gestão que a FDC possui. Há programas e soluções de intervenção nas áreas de estratégia, desenvolvimento gerencial, liderança, inovação, finanças, gestão de projetos, gestão de processos, cultura e mudança organizacional, modelagem e desenvolvimento de equipes, sustentabilidade, gestão de competências, cadeia de suprimentos, gestão de projetos, coaching, gestão de riscos, entre outros.”


A FIA (Fundação Instituto de Administração) foi fundada em 1980 com a filosofia de oferecer cursos in company. “Este é um dos nossos pilares”, diz o diretor educacional da entidade, Adalberto Fischmann. “Também temos como atividades-chave a pesquisa e consultoria, o que nos dá grande diferencial – uma vez que não somos só repetidores de conhecimento. Também fazemos pesquisas, criamos novas tecnologias e levamos todo esse desenvolvimento aos alunos”, completa. A instituição tem clientes da iniciativa privada e pública, prestadores de serviços e organizações não governamentais. “São empresas interessadas em au-mentar a sua competitividade, independente do porte.”

 
As vantagens deste tipo de curso, de acordo com os especialistas, também são estratégicas. Por levar em conta as demandas da empresa, os cursos possibilitam a aplicação direta do conteúdo apreendido no trabalho – o que o torna alinhado com os objetivos da empresa, representando um significativo aumento da massa crítica de um número maior de colaboradores, possibilitando a construção do conhecimento coletivo. O curso, portanto, está focado no desenvolvimento da organização e das pessoas de forma a transformar e alcançar resultados corporativos superiores. “A solução oferecida nessa modalidade é alinhada à cultura, ao estilo e aos valores de cada cliente, respeitando a realidade de cada organização. Por ser customizada, a solução considera cada projeto em andamento, avaliando se pode ou não ser impactado diretamente pelo curso”, explica o professor da FDC.


Esse tipo de curso também possibilita o aumento do entrosamento entre os diferentes colaboradores da empresa. “Já tivemos turmas em que os alunos não conheciam os colegas da própria corporação, só haviam feito contato por telefone. O curso promoveu maior integração entre os colaboradores”, diz Coutinho.


O professor da FDC também aponta a flexibilidade como uma característica crucial – e positiva – neste tipo de curso. “O conteúdo pode ser ajustado para atender a eventuais mudanças corporativas, com o aval da instituição de ensino e com a garantia da confidencialidade entre as partes”, diz. “Os cursos de MBA em Administração Executiva, por exemplo, abordam a administração em um sentido mais amplo. Já um MBA in company é totalmente voltado à realidade da empresa”, exemplifica Fischmann, da FIA. “Os cursos in company podem ser motivados por necessidades pontuais e específicas e uma ótima maneira de desenvolver os profissionais ‘prata da casa’. Assim, quando comparado com os cursos tradicionais, esse tipo de treinamento possui maior eficácia”, completa.


Fischmann garante, ainda, que os cursos in company permitem ao aluno ter um acompanhamento intenso dos docentes. “Desde que a turma se limite a até 35 estudantes por turma”, pondera.
Apesar dos pontos positivos desta modalidade de curso, há algumas limitações que devem ser levadas em consideração, na opinião dos especialistas.


Um dos aspectos apontados como negativo é a falta de desligamento dos executivos de suas atividades corporativas. “Quando o curso é realizado nas instalações da empresa, geralmente os colaboradores não se concentram totalmente nas aulas: gestores se preocupam com o andamento da equipe e nos intervalos aproveitam para verificar seus e-mails, atrasando-se no retorno à sala, entre outros fatores”, revela Bellotto, da Inter Partner.


Outra limitação é o espaço físico, geralmente inadequado para a realização de dinâmicas e outras atividades que podem enriquecer o curso. “Isso não acontece nos cursos abertos, geralmente oferecidos em locais adaptados para as aulas”, revela


A falta de interesse dos próprios funcionários seria outro aspecto negativo dos cursos in company – uma avaliação considerada equivocada pelas instituições de ensino. A Fundação Dom Cabral, por exemplo, afirma que suas pesquisas sempre apresentam graus elevados de satisfação dos estudantes pelos cursos. “Além das nossas certificações e posição nos rankings internacionais, que dão credibilidade aos nossos cursos, os estudantes reconhecem o alinhamento que é feito nas soluções educacionais customizadas com a estratégia das organizações, com sistemas de gestão por competência e pela possibilidade de aplicação imediata na gestão das organizaçõe/negócios”, afirma Coutinho.


O professor da FIA explica que é um conjunto de fatores que faz o aluno valorizar, ou não, o curso in company – e nesse quesito, isso não difere muito da escolha pelos cursos abertos. “O que interessa é a qualidade do curso e o nome/conceito da instituição que o oferece. O executivo comprometido com a sua carreira sabe valorizar um bom curso. O risco acaba sendo o mesmo se, ao invés de curso in company, a empresa oferece uma bolsa ao colaborador”, analisa.


Segundo a analista da Inter Partner, a opção pelos cursos in company tem sido muito bem aproveitada pelos seus colaboradores. “Até aproximadamente três anos atrás, a empresa não tinha uma cultura forte de treinamento. Com a contratação de profissionais especializados para a área, que passaram a incentivar a procura pelo desenvolvimento profissional, nossos colaboradores passaram a valorizar o aperfeiçoamento constante a partir de cursos e treinamentos. Hoje, eles sabem que estar em sala de aula é sinônimo de reconhecimento e valorização”, explica.

 
Bellotto reconhece que há a necessidade de realizar um bom planejamento para os treinamentos. Para isso, há que se providenciar instalações adequadas e boa comunicação como forma de mostrar ao colaborador a importância de investir em seu desenvolvimento profissional e pessoal. “Os profissionais precisam ter consciência de que, independentemente do local onde o curso é realizado, a empresa está deixando de contar com a sua produtividade por algumas horas ou dias. E que esse investimento não serve apenas para o aprimoramento da empresa, mas para a evolução do próprio colaborador”, diz.

Garantia de networking
A ausência de troca de experiências e networking é considerada o aspecto mais frágil dos cursos in company. No entanto, já se encontram alternativas que pretendem suprir essa necessidade das corporações, como a introdução de metodologias de interação com outras organizações, como o benchmarking.


Algumas empresas encontraram uma alternativa original que possibilita a troca de conhecimentos, sobretudo em cursos de MBA in company: realizar um consórcio que permite a entrada de profissionais de outras empresas em seus treinamentos.


A proposta tem sido adotada com frequência por empresas paulistanas em parceria com a consultoria Após Consulting, sobretudo as localizadas na região de Alphaville, área nobre de São Paulo, caracterizada por abrigar a sede de importantes empresas nacionais e multinacionais, como Dupont, HP, Cielo, C&A, VR, entre outras.

 
Para que a proposta dê certo, é preciso levar em conta algumas premissas. O MBA ou o curso de pós-graduação, embora ministrado em uma das corporações, deve ter o aval de uma instituição de ensino reconhecida, que é escolhida mediante acordo entre todos os participantes do consórcio. Para tanto, a Após Consulting, contata as principais faculdades de negócio do país, sugerindo-lhes que montem um curso com visão abrangente de áreas estratégicas comuns para empresas de qualquer porte e segmento, e também flexíveis – que permita a sua adaptação às necessidades imediatas de cada uma das corporações participantes. “A escolha da escola leva em conta o custo-benefício da proposta apresentada por cada instituição”, explica Luciano Franco, consultor da empresa. O curso também deve respeitar a política de RH de cada corporação. Também não há vínculo entre instituição e empresa – ao contrário, o curso deve ser pago pelo aluno, ainda que faça parte da política da companhia o reembolso. “O executivo faz o pagamento, recebe o comprovante que, se for o caso, deve ser apresentado à empresa só então ele recebe o subsídio. Além de evitar problemas com inadimplência, essa medida faz com que apenas executivos realmente interessados participem do curso.”


Segundo Franco, nem sempre as empresas possuem executivos suficientes para formar uma turma de MBA in company, por exemplo. A possibilidade de suprir essa necessidade cai como uma luva para a maioria delas e resolve o problema de garantir a educação continuada de seu quadro de colaboradores. “Entre os benefícios diretos que um curso como este traz para o negócio é o maior processamento das informações, melhor relacionamento interpessoal e, principalmente, maior desenvolvimento para a empresa e para as pessoas”, garante.

 

 

 

 

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